Resenha: O Grande Gatsby- F. Scott Fitzgerald

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Ficha Técnica: 

Título:  O Grande Gatsby

Autor (a): F. Scott Fitzgerald

Editora:  Geração Editorial

Gênero: Literatura Estrangeira/ Romance

Edição: 1º

Páginas: 204

Ano: 2013

Sinopse:

Obra-prima de F. Scott Fitzgerald, este clássico do século XX retrata a alta sociedade de Nova York na década de 1920, com sua riqueza sem precedentes, festas nababescas e o encanto das melindrosas ao som do jazz. O sol em ascensão desse universo cintilante e musical é o enigmático milionário Jay Gatsby, ao redor do qual orbitam três casais glamorosos e desencontrados, numa trama densa, repleta de intrigas, paixões e conflitos que precipitam o trágico eclipse. Recriação soberba de um dos períodos mais prósperos da história dos Estados Unidos, O grande Gatsby é uma crítica mordaz à insensibilidade e imoralidade revestidas de ouro da chamada Era do Jazz, e um dos melhores romances — talvez o melhor — já escritos nesse país.

Resenha:

Jay Gatsby, é um milionário, recém chegado em Nova York, que dá algumas festas monumentais em sua suntuosa mansão em Long Island. Ele reune artistas, músicos de jazz, diretores, alta sociedade, enfim, um grande numero de pessoas interessastes e de personalidades diversas.

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Mas fica claro que a maioria de seus convidados não o conhecem, surgindo assim um grande mistério a respeito de Gatsby, sua fortuna e seu passado nebuloso.

O livro é narrado a partir do ponto de vista de Nick Carraway, vizinho e amigo de Gatsby, que por acaso também é o primo de seu grande amor, a mulher pelo qual ele mudou toda a sua vida, atingindo um patamar que poderia a ser aceitável por ela e sua clássica família.

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 Daisy Buchanann, é uma bela mulher, da mais alta classe, que desistiu de seu amor de juventude e aceitou se casar com o arrogante e inconsequente Tom Buchanann, homem que por ter nascido em berço de ouro se acha no direito de agir como bem entende, não se importando com as vidas que destrói pelo caminho.

Gatsby faz fortuna com o contrabando de bebidas e outros artigos ilícitos, mas isso não o desqualifica enquanto homem, mostrando que em comparação aos exemplares que o cercam, ele definitivamente tem um grão mais elevado de caráter e sensatez.

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Fitzgerald , consegue descrever com maestria os conturbados anos 1920, a prosperidade econômica, que permitia que os homens com bom tino comercial subissem na vida, mas também retratou a futilidade e hipocrisia da época.

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F. Scott, também nos prova que os bens materiais, não são garantias de relações verdadeiras ou bons sentimentos. o protagonista e um belo exemplo, mesmo tento tudo que o dinheiro pode comprar, e viver rodeado de pessoas, é um homem solitário e melancólico.

Que livro maravilhoso. Recomendo a leitura.

Bjos!

 

 

 

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