Resenha: Tubarão – Peter Benchley

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Ficha Técnica: 

Título: Tubarão

Autor (a): Peter Benchley

Editora:  Darkside Books

Gênero: Literatura Estrangeira/ Terror

Edição: 1º

Páginas: 280

Ano: 2015

Sinopse:

Você não está vendo, mas ele está lá no fundo, observando suas pernas se mexerem nas águas turvas. A mais perfeita máquina assassina da natureza, o predador que mantém seu posto no topo da cadeia alimentar desde a época dos dinossauros. Um torpedo de carne, ossos e dentes. Não há para onde fugir. Se você sempre devorou livros, chegou a hora da revanche.
TUBARÃO é o clássico romance de Peter Benchley que deu origem ao primeiro blockbuster de Steven Spielberg. Mas, mesmo antes do sucesso na telona, o frenesi alimentar de Jaws se transformou num fenômeno de vendas. O best-seller internacional foi o principal responsável em elevar a fera de barbatanas dorsais ao status de perfeita encarnação do mal. Se já existiu um bicho-papão na natureza, ele está dentro d’água.
A história se passa em Amity, um balneário ficcional situado em Long Island, Nova York. Quando o corpo de uma turista é encontrado na praia o chefe de polícia Martin Brody ordena o fechamento das praias da região. Mas o prefeito Larry Vaughan, mais preocupado com o dinheiro dos veranistas, consegue abafar a notícia e libera o banho de mar na cidade. O banquete está servido.
O impacto dessa obra pop foi tão violento, que gerações passaram a pensar duas vezes antes de cair no mar. O resultado, além das intermináveis semanas do tubarão na TV a cabo, foi a perseguição desenfreada a esses peixes de dentes afiados. Benchley se tornou um ativista contra a matança indiscriminada dos tubarões.

Resenha:

Para quem é fã do filme estrelado por Roy Scheider , o livro é um ótimo complemento, uma vez que tem algumas sub-tramas que foram suprimidas no roteiro adaptado.

A história se passa na cidade de Amity, balneário de  Long Island, sendo essa uma cidade de veraneio,  em que seus cidadãos tem que tirar os recursos para seu sustento no ano, em apenas alguns meses da alta temporada, em que os turistas acabam migrando para a região.

Amity é uma cidadezinha de 1000 moradores, que chega a ter até 10 vezes esse número em um mês bom. Essa realidade foi alterada quando as autoridades locais encontraram o corpo de uma mulher, com claros sinais de ataque de tubarão.

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O chefe de polícia Martin Brody, toma a decisão de fechar as praias, mas pelo visto as demais autoridades não concordam com sua resolução, chegando até mesmo a ameaça-lo.

O livro tem alguns personagens e tremas desnecessárias que nada acrescentam ao enredo central, tirando o foco de Martin Brody do que é realmente importante, além de criar nele uma sensação de desconforto decorrente do fato de ter sido forçado a tomar decisões que não coincidiam com seus princípios.

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A medida que a caçada vai evoluindo, a sensação de desconforto do leitor aumenta, pois somos transportados aquele universo, onde o homem deixa de ser o caçador e passa a ser a caça, de um dos maiores e mais terríveis predadores  existentes.

No geral eu gostei do livro, e recomendo a leitura, pois tem muitas informações interessantes sobre a constituição de um tubarão, suas zonas de caça, seus instintos e a forma como vez sendo endemoniados ao longo das décadas pelos humanos.

Bjos!

 

 

2 comentários em “Resenha: Tubarão – Peter Benchley

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