Resenha: Mindhunter-Mark Olshaker, John Douglas

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Ficha Técnica: 

Título: Mindhunter

Autor: Mark Olshaker, John Douglas

Editora: Intrínseca

Gênero: Biografia/ Memória

Edição: 1º

Páginas: 384

Ano: 2017

Sinopse:

Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.
Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.
Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.
Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

Resenha:

 John E. Douglas e Mark Olshaker, resolveram escrever um livro contando suas trajetórias como investigadores do FBI.

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Ambos estavam cansados da forma imprecisa como os crimes em série eram resolvidos, mas baseados em tentativa e erro do que em uma analise comportamental de fato. Mesmo o treinamento fornecido naquela época para os novos agentes era falho e baseados em casos já resolvidos que tiveram suas histórias alteradas tantas vezes ao serem contados, que já não se sabia o que de fato tinha ocorrido.

Em 1977, esses dois agentes resolvem por conta e risco, começar a entrevistar um novo tipo de criminoso que vinha se destacando, mas conhecidos atualmente  como  serial Killer.

Para isso eles contaram com a ajuda de policiais e diretores de presídios, que permitiram o acesso a suas instalações.

Entre os assassinos em série mais conhecidos que foram entrevistados, estão Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.

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A leitura é valida pela quantidade de informações técnicas e dados extras sobre a vida e crimes cometidos por esses assassinos, o que acaba servido de alerta.

Mas o livro em si, foi um pouco chato, talvez porquê não consegui senti admiração pelo autor, que me pareceu muito arrogante, se achando sempre acima dos colegas de profissão. Tive a impressão de que ele estava o tempo todo reafirmando que os crimes foram resolvidos única e exclusivamente por sua capacidade superior de ver um padrão que ninguém mais via, e que sem sua ajuda, provavelmente o assassino continuaria solto.

De qualquer forma o livro me surpreendeu.

Bjos!

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