Resenha: Wytches-Scott Snyder, Jock Matt Hollingsworth, Clem Robins

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Ficha Técnica: 

Título: Wytches

Autores: Scott Snyder
Jock
Matt Hollingsworth
Clem Robins

Editora: Darkside

Gênero: HQ

Edição: 1º

Páginas: 195

Ano: 2017

Sinopse:

Bruxas são criaturas muito mais perversas e diabólicas do que você poderia pensar — e, portanto, muito mais assustadoras. Ver uma é coisa rara; sobreviver a elas é mais raro ainda. É por isso que quando a família Rook se muda para Litchfield, uma remota cidadezinha de New Hampshire, tentando escapar de uma experiência horrível ao recomeçar do zero, eles não entendem que algo sinistro vive nas florestas ao redor da cidade. Algo que os observa, esperando apenas por uma oportunidade. Algo muito antigo… e voraz. Você até pode conseguir feitiços e milagres delas, mas, para isso, vai precisar pagar o preço. Pai e filha vão descobrir que recomeçar pode ser bem mais difícil quando há uma conspiração secular que envolve a sua família em curso.
Com reviravoltas chocantes e uma arte de arregalar os olhos, capaz de combinar medo e beleza, WYTCHES é uma obra sobre bruxas que deve ser levada a sério. Scott Snyder já provou suas habilidades como roteirista durante seu tempo escrevendo as HQs do Batman, uma das fases do herói mais aclamadas pela crítica e pelo público nos últimos tempos.

Resenha:

Esse foi o meu primeiro contato com as HQs publicadas pela Darkside.

Aqui temos a família Rooks se mudando para Litchfield, após um triste incidente que envolveu Sailor a filha do casal, e uma garota chamada Annie (a valentona da escola).

Um evento sobrenatural ocorre, enquanto Sailor está sendo intimidada por Annie, em uma floresta super sombria. Alguns seres estranhos surgem e Annie desaparece, sendo literalmente tragada por uma árvore.

Sailor fica se sentindo culpada pelo sumiço da outra garota, afinal de contas ela desejou muito se ver livre de sua carrasca. Tudo piora quando a garota é atacada na nova cidade, por alguma coisa que acredita ser a inimiga desaparecida.

O traço da HQ não me agradou, achei as cores muito sombrias, além do fato de que a história em si e meio desconexa, até um pouco chata as vezes.

O pior é que a saída encontrada pela protagonista é tão simples, que é difícil imaginar que ninguém antes havia tentado algo parecido.

O autor, usou alguns elementos autobiográficos da sua infância para criar essa história, como as viagens que fazia com a família para o campo, as brincadeiras com o vizinho em uma floresta próxima a sua casa.

O ponto positivo foi a forma como o relacionamento pai e filha foi mostrado, como um elemento que motivou a superação de alguns dramas pré-existentes.

Bjos!

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