Resenha: A Garota Do Calendário (Fevereiro)- Audrey Carlan

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Ficha Técnica: 

Título: A Garota Do Calendário (Fevereiro)

Autor: Audrey Carlan

Editora: Verus

Gênero: Literatura Estrangeira/ Romance

ISBN: 9788576865070

Edição: 1º

Páginas: 135

Ano: 2015

Sinopse:

Passaram-se 30 dias e, Mia tem uma nova missão – ela vai passar um mês em Seattle. Desta vez, o acompanhante é Alex Dubois. Excêntrico artista francês, Dubois dá a Mia o papel de musa.

Em fevereiro, ela embarca em uma jornada de descobertas sexuais, além de lições sobre o amor e a vida que, permanecerão presentes para sempre.

Resenha:

Essa leitura foi um pouco difícil para quem gostou do Wes ( protagonista masculino do primeiro livro). Pois a  Mia logo começou uma nova história amorosa com seu novo cliente, mas é claro que ela manteve Wes na reserva.

O novo cliente é pintor famoso e excêntrico, que escolhe Mia para ser sua musa. Ele a fotografa e pinta nua em diversas poses e situações diferentes. Sua obra vai percorrendo as fases de auto descobrimento de uma mulher, desde a não aceitação até o amor romântico.

Aos poucos Alex vai cativando o leitor, com seu jeito doce e atencioso, mas principalmente por suas frases de efeito sempre pronunciadas em francês.

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Mia descobre que nos locais mais estranhos ela pode fazer novos amigos, que a acompanharão para a vida. E fica claro pela primeira vez que ela pode sim se envolver sexualmente, mas não amorosamente com alguém. Pelo menos não o amor romântico, priorizando sim o amor filial que existe entre amigos queridos e membros da família.

Wes ainda faz algumas aparições nessa história, por meio de ligações, cartas e sms.

O ponto conflitante foi o momento em que Mia cobra satisfação de Wes e Alex com relação ao pagamento dos 20% de taxa, por ter mantido relação sexual com ela. Ela passou a se sentir uma prostituta e jogou a responsabilidade para eles, sendo que ela sempre soube da clausula do contrato e pelo menos no primeiro livro ela pensa em utilizar esse valor para pagar a faculdade da irmã.

Logo me pareceu muita hipocrisia da personagem e forçação de barra da autora em tentar passar a imagem romantizada da história de uma garota de programa, que transa por prazer e não visando o ganho monetário.

Bjos!

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