Resenha: Maze Runner Correr ou Morrer-James Dashner

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Ficha Técnica: 

Título: Maze Runner

subtítulo: Correr ou Morrer

Autor: James Dashner

Editora: Vergara e Riba

Gênero: Literatura Estrangeira-Ficção De Terror E Suspense

ISBN: 9788576832478

Edição: 1º

Páginas: 426

Ano: 2010

Sinopse:

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam “A Clareira”, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê.
Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr… correr muito.

Resenha:

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Confesso que acabei vendo o filme bem antes de sequer cogitar  pegar o livro para ler, o que fez meu interesse diminuir bastante. Apesar da proposta interessante, esse mundo distópico não me cativou logo de cara, demorei a criar empatia com os personagens, a forma como eles se comunicavam através de gírias exaustivamente repetidas, o próprio labirinto me pareceu uma construção de dimensões tão complexas que era quase impossível que ele se alterasse todos os dias sem que ocorresse  nenhum problema, desgaste natural das peças ou mesmo desmoronamentos.

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Thomas é um garoto de 16 anos, que desperta sozinho em um elevador, esse o leva até a clareira, local que é recepcionado por outros meninos (por que só meninos?), ele descobre que assim como os demais ele foi privado de suas lembranças. O garoto logo se adapta a rotina do local e se engaja na tentativa de achar uma saída através do labirinto que circunda a clareira e cuja as portas se abrem todas as manhãs. O único problema é que parece que o labirinto não tem saída e ele ainda está cheio de monstros biocibernéticos que tem como único objetivo matar os garotos.

A ideia em si de que apenas a presença de Thomas fez desencadear uma serie de eventos, ou mesmo o fato dele conseguir proezas que os demais garotos nunca nem pensaram em realizar mesmo estando lá a 3 anos, ficou no mínimo muito forçado.

Sou o tipo de leitora que se um elemento ou personagem não me convence, dificilmente eu consigo gostar da obra. Foi o que aconteceu nesse livro, mas não apenas com um elemento e sim com vários.

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Fiquei me perguntando como o CRUEL conseguia apagar todas as informações menos o nome dos garotos de sua memória, como elementos voltavam a eles, como nomes de coisas, lugares, mas não as situações em que eles aprenderam a identificar esses nomes com os referidos objetos.

Eu já assisti 3 filmes e estou lendo o segundo livro e ainda não faço ideia se o CRUEL é realmente bom ou não. Porquê a ideia em si de uma organização tentar criar a cura para uma doença que está dizimando a raça humana de uma forma extremamente dolorosa, não me parece de todo ruim, apesar é claro que temos que questionar os meios utilizados no processo.

Para quem gosta de distopias e de suspense o livro pode até agradar, mas para pessoas como eu que  preferem uma história bem amarrada, esse obra deixa muito a desejar.

Bjos!

 

 

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